Agentes de risco: o que são?

Agentes de risco ocupacional são variáveis que têm o potencial de causar danos à saúde dos trabalhadores. A identificação e o controle desses agentes são fundamentais não apenas para a segurança individual, mas também para a integridade operacional de qualquer empresa. Uma compreensão aprofundada dos agentes de risco é indispensável para a elaboração de documentos críticos, tais como o Mapa de Riscos e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que são peças-chave na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.   

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Os agentes de risco ocupacional  

A Portaria Nº 3.214 do Ministério do Trabalho é responsável por regulamentar as NRs (Normas Regulamentadoras), normas que regem a saúde e segurança no ambiente ocupacional. A Norma Regulamentadora Nº 9 (NR-9) possui informações acerca dos agentes de risco ocupacional, bem como sua classificação.   

Podemos definir os agentes de risco como substâncias que, fora do limite de tolerância, quando expostas aos exercícios dos trabalhadores, podem causar danos à saúde dos mesmos. Estes danos nem sempre possuem consequências imediatas, pois os problemas vão depender de fatores como a intensidade da exposição, o tempo que o trabalhador ficou exposto, etc.   

Podemos caracterizar os agentes de risco ocupacional segundo a NR-9, que define:   

“9.1.5 Para efeito desta NR, consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.” 

 

Tipos de agentes de risco ocupacional  

Segundo a legislação vigente, existem cinco tipos de agentes de risco ocupacional que o trabalhador pode ser exposto. São eles: riscos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. 

  

Riscos químicos   

Pode-se definir riscos químicos como todo produto, mistura, composto ou substância que, nas formas de fumo, névoa, poeira, neblina, vapor ou gás, possa penetrar no organismo do trabalhador pela via respiratória, via dérmica ou pela ingestão. Um exemplo de risco químico é a sílica cristalina, que pode ocasionar a doença respiratória Silicose ao funcionário que é exposto a ela em longo prazo. 

  

Riscos físicos   

Os riscos físicos são caracterizados por toda forma de energia que afeta o funcionário fisicamente, podendo ocasionar doenças ocupacionais. Podemos citar como exemplos de riscos físicos: ruídos, vibrações, pressões, temperaturas elevadas, radiações e etc. 

  

Riscos biológicos  

Os riscos biológicos são aqueles provenientes de microorganismos que podem penetrar no organismo do trabalhador pela via respiratória, em contato com a pele ou por ingestão. Os riscos biológicos incluem bactérias, protozoários, parasitas, vírus, etc. 

  

Riscos ergonômicos   

Os riscos ergonômicos compreendem esforços físicos intensos, levantamento de peso manual em excesso, postura inadequada, ritmos de trabalho muito intensos e ininterruptos, altas repetições, etc. Em longo prazo, estes riscos podem causar graves problemas ao trabalhador, como perda de movimento e de sensibilidade. 

  

Riscos de acidentes   

Estes riscos incluem ambientes ou situações que causem riscos de acidentes no ambiente de trabalho, como equipamentos e maquinário sem proteção e certificação, ferramentas inadequadas para o uso, iluminação errônea, ligações elétricas em desacordo, etc.  

A identificação e o controle efetivo dos agentes de risco ocupacional no local de trabalho não são apenas uma responsabilidade, mas uma estratégia essencial para a preservação da saúde dos colaboradores e a sustentabilidade operacional das empresas.   

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Por: Leandro Magalhães

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